Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
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Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
Lateef estava lá sentado, assobiando a melodia de uma cantiga de roda de capoeira e marcando o tempo da música com o pé esquerdo, como os guitarristas costumam fazer. Mas Lateef nunca foi um guitarrista, chegou a ser baterista de uma banda de rock por alguns anos na fase de colégio, mas largou o hobbie quando os outros integrantes resolveram se dedicar a ser cover da banda Village People. Mas isso não tem importância. Eram 8h e 48min (ele tinha acabado de conferir em seu relógio de pulso) e qualquer outra pessoa estaria revoltada por ter acordado tão cedo e chegar no ambiente de trabalho apenas para esperar. As filmagens foram previstas para iniciar as 7h e Lateef chegou uma hora mais tarde prevendo o atraso que com tanta frequência acontece, mas como sempre, este acabou sendo maior do que o previsto pelo artista. Ele aproveita então, para relembrar sua trajetória de vida, pois em alguns momentos ela lhe parece tão absurda que ele mesmo custa a acreditar.
Lateef Crowder dos Santos nasceu na Bahia, estado brasileiro e se mudou para Detroit aos catorze anos de idade. O boato de que isto tinha acontecido circulou pela favela onde ele morava como piada entre as crianças. Afinal, como um favelado brasileiro poderia ter condições para se mudar para os Estados Unidos? Mas Lateef em sua idade, não pensou tanto nisso. Apenas lamentou o fato de ter que abandonar seus amigos e suas aulas de capoeira. Pois Lateef é um capoeirista, antes de qualquer coisa que se possa dizer sobre ele, e a capoeira assim como muitas outras artes marciais é um verdadeiro estilo de vida aos que se dedicam profundamente em seu estudo.
Ele começou a aprender a arte quando uma ONG de estudantes universitários do curso de Educação Física, Sociologia e Informática da UFBA se instalou na comunidade onde morava para ministrar aulas às crianças carentes. O objetivo era proporcionar uma melhor qualidade de vida aos jovens que frequentemente acabavam se envolvendo com drogas. Aos seis anos de idade Lateef começou a praticar a capoeira e aos doze já chamava mais a atenção das pessoas nas ruas do que os próprios professores nas aulas externas, de tão grande o seu talento. Em Detroit, encontrou um outro professor com um pequeno grupo de alunos. Suas aulas eram caras, mas de Lateef não cobrou um único centavo, pois aquele menino era um verdadeiro exemplo a ser seguido pelos seus alunos e não tinha condições de lhe pagar. Mas até que ele descobrisse esse professor algum tempo já tinha se passado, algo em torno de um ano... O Lateef já adulto, que aguardava pacientemente o início das filmagens recostou a nuca em suas mãos numa tentativa de obter um mínimo de conforto na cadeira dura onde estava sentado para relembrar as suas primeiras impressões da cidade onde mora.
Quando ele chegou em Detroit não viu muita diferença do lugar onde morava. Ao menos, não tanta quanto imaginou. Pelo menos, não da forma como ele imaginou. Na verdade, ele achava que o país para aonde ia se mudar era inteiramente perfeito, mas no aspecto da pobreza a região de subúrbio onde passou a morar em muito se assemelhava à favela baiana em que morava no Brasil. No restante, grandes diferenças existiam, é claro. A casa onde Lateef passou a morar era uma casa grande, mas já muito desgastada pelo tempo. Se destaca muito em relação as outras em parte por ser muito mais antiga e por tanto numa arquitetura muito diferente, mas principalmente por ser isolada das outras, pois é rodeada por um terreno de área razoável. Em outros tempos, talvez nessa área tivesse florescido um belo jardim, mas agora era apenas um matagal. Os punks que saíam tarde da noite do bar Knock Out (filial do Último Round) utilizavam o terreno baldio para se drogar e espancar desafetos madrugada adentro e por isso não é difícil encontrar muitos cacos de vidro, seringas descartáveis velhas e enferrujadas e resquícios de sangue seco pelo chão.
Antes da família Crowder se mudar para o lugar, as crianças diziam que a casa era mal assombrada, amaldiçoada, construída em cima de um antigo cemitério indígena ou de um aterro de lixo radioativo, e que todas as noites vampiros, lobisomens, múmias, fantasmas, cientistas malucos e feiticeiros se reuniam num culto demoníaco, e que se fosse prestada a devida atenção, era possível escutar o uivo de lobos vindo de dentro da construção. É claro que nada disso era verdade, mas aquela casa não era um lugar ideal para se criar um filho, sem a menor sombra de dúvida. Mas, por alguma razão, o pai de Lateef parecia adorar aquele pedaço da cidade, principalmente a praça que ficava próxima à casa, onde passava uma grande parte do tempo. Lateef considerava seus pais pessoas muito nobres e inteligentes, e achava isso porque de fato eram. Por isso, mesmo quando adulto, empregado pela Zero Gravity, empresa que faz intermediação entre os dublês e os cineastas, quase sempre achava um tempo em sua agenda lotada para visitar seus pais em algum final de semana qualquer.
Mas eis que, em sua última visita, após um mês de ausência Lateef retorna à noite e encontra várias motos estacionadas em frente a sua antiga casa. Ele entra e encontra vários punks sentados displicentemente no chão da sala, um deles se preparando para injetar heroína em seu braço esquerdo, outros bebendo. Completamente perplexo com a situação, Lateef boquiaberto não esboça nenhuma outra reação, mas permanece olhando a cena, sem conseguir acreditar no que está vendo. O lugar estava de pernas para o ar, como se tivesse sido saqueado várias vezes (o ladrão se recusava a acreditar que não havia nada de valor no lugar...) Mas como assim? Onde estavam seus pais? Aonde teriam ido sem avisá-lo?
- Mas que porra que esse macaco de merda tá fazendo aí parado feito um imbecil, hein, Jimmy? - disse um dos punks sentado próximo ao sofá, no instante antecedente ao qual levou um chute no queixo com tanta força que foi erguido há mais de um metro do chão, morrendo antes mesmo de conseguir gritar de dor uma última vez na vida. E antes mesmo que seu corpo inerte viesse a tocar o solo outra vez, os outros já puxavam correntes ou agarravam as garrafas como porretes, identificando uma ameaça apesar da grande vantagem numérica em que se encontravam.
E quando alguns de seus adversários já tinham caído, Lateef arquejando encosta-se na parede, se agacha apoiando o antebraço esquerdo no joelho direito, os dedos da outra mão encostando no chão, e visa seus inimigos que agora sorriem para ele. A última pancada, desferida com uma corrente contra sua testa ardia feito brasa. Os demais ferimentos porém, aos poucos passavam a não incomodar mais. Ele não entendia como tinha levado tantos golpes e permanecia consciente. Mas naquele momento não precisou realmente entender nada. O sangue escorreu por sua testa e turvou sua visão de vermelho. Deixou-se levar pelo ódio que se apossava agora de todo seu corpo. Com um gritou ergueu-se e avançou violentamente, não mais como um lutador, mas como uma fera acuada. A única coisa de que se lembra então é de ter acordado algumas horas depois. Seu corpo, perfeitamente são. Os dos seus inimigos porém, jaziam agora em pedaços pelo chão.
Lateef Crowder dos Santos nasceu na Bahia, estado brasileiro e se mudou para Detroit aos catorze anos de idade. O boato de que isto tinha acontecido circulou pela favela onde ele morava como piada entre as crianças. Afinal, como um favelado brasileiro poderia ter condições para se mudar para os Estados Unidos? Mas Lateef em sua idade, não pensou tanto nisso. Apenas lamentou o fato de ter que abandonar seus amigos e suas aulas de capoeira. Pois Lateef é um capoeirista, antes de qualquer coisa que se possa dizer sobre ele, e a capoeira assim como muitas outras artes marciais é um verdadeiro estilo de vida aos que se dedicam profundamente em seu estudo.
Ele começou a aprender a arte quando uma ONG de estudantes universitários do curso de Educação Física, Sociologia e Informática da UFBA se instalou na comunidade onde morava para ministrar aulas às crianças carentes. O objetivo era proporcionar uma melhor qualidade de vida aos jovens que frequentemente acabavam se envolvendo com drogas. Aos seis anos de idade Lateef começou a praticar a capoeira e aos doze já chamava mais a atenção das pessoas nas ruas do que os próprios professores nas aulas externas, de tão grande o seu talento. Em Detroit, encontrou um outro professor com um pequeno grupo de alunos. Suas aulas eram caras, mas de Lateef não cobrou um único centavo, pois aquele menino era um verdadeiro exemplo a ser seguido pelos seus alunos e não tinha condições de lhe pagar. Mas até que ele descobrisse esse professor algum tempo já tinha se passado, algo em torno de um ano... O Lateef já adulto, que aguardava pacientemente o início das filmagens recostou a nuca em suas mãos numa tentativa de obter um mínimo de conforto na cadeira dura onde estava sentado para relembrar as suas primeiras impressões da cidade onde mora.
Quando ele chegou em Detroit não viu muita diferença do lugar onde morava. Ao menos, não tanta quanto imaginou. Pelo menos, não da forma como ele imaginou. Na verdade, ele achava que o país para aonde ia se mudar era inteiramente perfeito, mas no aspecto da pobreza a região de subúrbio onde passou a morar em muito se assemelhava à favela baiana em que morava no Brasil. No restante, grandes diferenças existiam, é claro. A casa onde Lateef passou a morar era uma casa grande, mas já muito desgastada pelo tempo. Se destaca muito em relação as outras em parte por ser muito mais antiga e por tanto numa arquitetura muito diferente, mas principalmente por ser isolada das outras, pois é rodeada por um terreno de área razoável. Em outros tempos, talvez nessa área tivesse florescido um belo jardim, mas agora era apenas um matagal. Os punks que saíam tarde da noite do bar Knock Out (filial do Último Round) utilizavam o terreno baldio para se drogar e espancar desafetos madrugada adentro e por isso não é difícil encontrar muitos cacos de vidro, seringas descartáveis velhas e enferrujadas e resquícios de sangue seco pelo chão.
Antes da família Crowder se mudar para o lugar, as crianças diziam que a casa era mal assombrada, amaldiçoada, construída em cima de um antigo cemitério indígena ou de um aterro de lixo radioativo, e que todas as noites vampiros, lobisomens, múmias, fantasmas, cientistas malucos e feiticeiros se reuniam num culto demoníaco, e que se fosse prestada a devida atenção, era possível escutar o uivo de lobos vindo de dentro da construção. É claro que nada disso era verdade, mas aquela casa não era um lugar ideal para se criar um filho, sem a menor sombra de dúvida. Mas, por alguma razão, o pai de Lateef parecia adorar aquele pedaço da cidade, principalmente a praça que ficava próxima à casa, onde passava uma grande parte do tempo. Lateef considerava seus pais pessoas muito nobres e inteligentes, e achava isso porque de fato eram. Por isso, mesmo quando adulto, empregado pela Zero Gravity, empresa que faz intermediação entre os dublês e os cineastas, quase sempre achava um tempo em sua agenda lotada para visitar seus pais em algum final de semana qualquer.
Mas eis que, em sua última visita, após um mês de ausência Lateef retorna à noite e encontra várias motos estacionadas em frente a sua antiga casa. Ele entra e encontra vários punks sentados displicentemente no chão da sala, um deles se preparando para injetar heroína em seu braço esquerdo, outros bebendo. Completamente perplexo com a situação, Lateef boquiaberto não esboça nenhuma outra reação, mas permanece olhando a cena, sem conseguir acreditar no que está vendo. O lugar estava de pernas para o ar, como se tivesse sido saqueado várias vezes (o ladrão se recusava a acreditar que não havia nada de valor no lugar...) Mas como assim? Onde estavam seus pais? Aonde teriam ido sem avisá-lo?
- Mas que porra que esse macaco de merda tá fazendo aí parado feito um imbecil, hein, Jimmy? - disse um dos punks sentado próximo ao sofá, no instante antecedente ao qual levou um chute no queixo com tanta força que foi erguido há mais de um metro do chão, morrendo antes mesmo de conseguir gritar de dor uma última vez na vida. E antes mesmo que seu corpo inerte viesse a tocar o solo outra vez, os outros já puxavam correntes ou agarravam as garrafas como porretes, identificando uma ameaça apesar da grande vantagem numérica em que se encontravam.
E quando alguns de seus adversários já tinham caído, Lateef arquejando encosta-se na parede, se agacha apoiando o antebraço esquerdo no joelho direito, os dedos da outra mão encostando no chão, e visa seus inimigos que agora sorriem para ele. A última pancada, desferida com uma corrente contra sua testa ardia feito brasa. Os demais ferimentos porém, aos poucos passavam a não incomodar mais. Ele não entendia como tinha levado tantos golpes e permanecia consciente. Mas naquele momento não precisou realmente entender nada. O sangue escorreu por sua testa e turvou sua visão de vermelho. Deixou-se levar pelo ódio que se apossava agora de todo seu corpo. Com um gritou ergueu-se e avançou violentamente, não mais como um lutador, mas como uma fera acuada. A única coisa de que se lembra então é de ter acordado algumas horas depois. Seu corpo, perfeitamente são. Os dos seus inimigos porém, jaziam agora em pedaços pelo chão.
Video promocional do Lateef, pra se ter uma ideia melhor do trabalho dele
e de como ele luta.

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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
Cara, tá massa! Tem até vídeo do personagem, vale 1 XP!!!

Ives- Admin
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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
Acho que teve um ctrl c + ctrl v nessa história aí! heheheh
E a gente precisa ler mais sobre transformações de lobisomem pra escrever essa primeira parte da história!
Mas ficou legal do jeito que tá!
Ainda nem pensei na minha, mas assim q tiver pronta eu posto aqui tbm!
Abraço
E a gente precisa ler mais sobre transformações de lobisomem pra escrever essa primeira parte da história!
Mas ficou legal do jeito que tá!
Ainda nem pensei na minha, mas assim q tiver pronta eu posto aqui tbm!
Abraço

Jack- Neófito

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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
É bacana dar uma lida sobre esse lance da Primeira Transformação, já que diferente dos vampiros os lobisomens não são "criados". Cada Augúrio tem um tipo próprio de expressar a Primeira Transformação, sendo o Rahu (lua cheia) o mais direto deles, tipo o cara entrar em frenesi e sai matando o que aparecer pela frente (estilo os lobisomens dos filmes). Só que os outros 4 Augúrios podem ter situações um pouco diferentes, já os Irraka (lua nova) por exemplo, podem tentar se esconder de tudo e todos durante a transformação.
Mas não é um manual de regras, e sim uma orientação, pois uma coisa é certa para todos os Augúrios durante a Primeira Transformação: a forma Gauru. Então o lobisomem assume ela e perde o controle, quem estiver por perto pode se dar mau.
Outra coisa que é quase certa (e na minha opinião acrescenta um toque mítico das lendas) é que outros lobisomens sentem quando alguém está próximo da Primeira Transformação. Os lobisomens, por não criarem outros de sua raça, são meio desesperados por uma política de recrutamento eficiente. Ou seja, um lobisomem jovem no território pode se tornar um aliado em potencial ou um oponente em potencial, caso os inimigos o convençam primeiro. Sendo assim, quem descobre uma pessoa próxima da transformação fica de olho nela, e os lobisomens farejam melhor quando provam o sangue de uma presa.
Então imaginem a cena cinematográfica: o cara andando sozinho, à noite, numa rua deserta sob a luz do luar; um lobo misterioso vem do nada e morde seu braço, depois desaparece; dias depois o cara sente coisas estranhas e bingo: se transforma num lobisomem! A mordida não era pra transformar, na verdade era apenas para o lobisomem manter o faro apurado sobre o alvo, mas não deixa de alimentar a lenda.
Então esse último elemento pode fazer parte de muitos históricos de lobisomens de forma bem razoável, o que fica legal também na história, já explicando porque o personagem escolheu a Tribo A ou B.
A história inicial do livro é sobre um jovem que passa pela Primeira Transformação, dêem uma olhada, é bem bacana.
Abraço!
Mas não é um manual de regras, e sim uma orientação, pois uma coisa é certa para todos os Augúrios durante a Primeira Transformação: a forma Gauru. Então o lobisomem assume ela e perde o controle, quem estiver por perto pode se dar mau.
Outra coisa que é quase certa (e na minha opinião acrescenta um toque mítico das lendas) é que outros lobisomens sentem quando alguém está próximo da Primeira Transformação. Os lobisomens, por não criarem outros de sua raça, são meio desesperados por uma política de recrutamento eficiente. Ou seja, um lobisomem jovem no território pode se tornar um aliado em potencial ou um oponente em potencial, caso os inimigos o convençam primeiro. Sendo assim, quem descobre uma pessoa próxima da transformação fica de olho nela, e os lobisomens farejam melhor quando provam o sangue de uma presa.
Então imaginem a cena cinematográfica: o cara andando sozinho, à noite, numa rua deserta sob a luz do luar; um lobo misterioso vem do nada e morde seu braço, depois desaparece; dias depois o cara sente coisas estranhas e bingo: se transforma num lobisomem! A mordida não era pra transformar, na verdade era apenas para o lobisomem manter o faro apurado sobre o alvo, mas não deixa de alimentar a lenda.
Então esse último elemento pode fazer parte de muitos históricos de lobisomens de forma bem razoável, o que fica legal também na história, já explicando porque o personagem escolheu a Tribo A ou B.
A história inicial do livro é sobre um jovem que passa pela Primeira Transformação, dêem uma olhada, é bem bacana.
Abraço!

Ives- Admin
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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
O problema foi q o "cachorro" q ia morder lateef levou um bandal tchagui na cara e saiu correndo de medo
auhaheueh
auhaheueh

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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
Mas sério, impressionantemente eu li a historinha do livro de lobisomem, mas realmente me esqueci desse detalhe de levar a mordida do lobo e tal.
O q eu observei bem foi q o cara na historia tb se transforma com a pressao do momento (porém, a historia do livro é mais apelativa q eu ainda, pois o cara sozinho bate em 2 lobisomens!).
Apesar de poder dizer agora q ele levou a mordida e eu nao mencionei, acho q combina mais com a historia dele q ele realmente nao tenha sido mordido, por conta dos acontecimentos da epoca, a serem acertados com Ives ainda.
Acredito q da historia dele algumas coisas ficaram implicitas mas razoavelmente claras, e outras realmente nao aparecem de forma alguma no texto.
O q eu observei bem foi q o cara na historia tb se transforma com a pressao do momento (porém, a historia do livro é mais apelativa q eu ainda, pois o cara sozinho bate em 2 lobisomens!).
Apesar de poder dizer agora q ele levou a mordida e eu nao mencionei, acho q combina mais com a historia dele q ele realmente nao tenha sido mordido, por conta dos acontecimentos da epoca, a serem acertados com Ives ainda.
Acredito q da historia dele algumas coisas ficaram implicitas mas razoavelmente claras, e outras realmente nao aparecem de forma alguma no texto.

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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
É, mas tá legal a história do Lateef, esse lance de ser mordido é só um detalhe mesmo, não é regra. O que fica interessante focar é na inserção do personagem na sociedade sobrenatural que agora ele faz parte. Tipo, lobisomem tem mais isso que vampiro, pois no caso dos vampiros dá pra dizer que o personagem foi transformado e abandonado, e nesse caso ele pode nem ao menos saber seu clã, apesar das características óbvias (disciplinas e fraquezas) indicarem isso.
Já os lobisomens geralmente fazem parte de uma Tribo, então alguém os iniciou na Tribo e não é meio que um clube onde o cara vai lá e faz uma carteirinha. É fato que isso também não é uma regra, pois existe a possibilidade de ser um "Lobo Fantasma" ou um sem Tribo, que seria o caso do personagem que se transformou e não foi encontrado por nenhum outro lobisomem.
No final das contas não há uma regra exata, a imaginação do jogador é o limite para criar uma boa história. Só é preciso atenção com uma coisa simples: o que o personagem quer da vida (ou não-vida)? Todo mundo quer alguma coisa, ou precisa fazer alguma coisa, e às vezes fazemos os personagens e esquecemos disso. O jogo não precisa ser 100% trilhado na trama principal do narrador.
Um exemplo disso, certa vez agente jogava vampiro, não lembro quem narrava, mas acho que era Leão. Fiz um Setita que era dono de uma boate na cidade, e ele tinha como objetivo corromper a população local, por isso ele traficava drogas e agenciava a prostituição no local. Ele não era um lutador, mas era um filho da mãe desgraçado, cheio de carniçais e capangas.
O personagem com objetivos é mais "real" e também fica mais divertido fundir esses objetivos com a trama principal, pois ir atrás dos bandidos porque "o príncipe mandou" fica meio chato.
Já os lobisomens geralmente fazem parte de uma Tribo, então alguém os iniciou na Tribo e não é meio que um clube onde o cara vai lá e faz uma carteirinha. É fato que isso também não é uma regra, pois existe a possibilidade de ser um "Lobo Fantasma" ou um sem Tribo, que seria o caso do personagem que se transformou e não foi encontrado por nenhum outro lobisomem.
No final das contas não há uma regra exata, a imaginação do jogador é o limite para criar uma boa história. Só é preciso atenção com uma coisa simples: o que o personagem quer da vida (ou não-vida)? Todo mundo quer alguma coisa, ou precisa fazer alguma coisa, e às vezes fazemos os personagens e esquecemos disso. O jogo não precisa ser 100% trilhado na trama principal do narrador.
Um exemplo disso, certa vez agente jogava vampiro, não lembro quem narrava, mas acho que era Leão. Fiz um Setita que era dono de uma boate na cidade, e ele tinha como objetivo corromper a população local, por isso ele traficava drogas e agenciava a prostituição no local. Ele não era um lutador, mas era um filho da mãe desgraçado, cheio de carniçais e capangas.
O personagem com objetivos é mais "real" e também fica mais divertido fundir esses objetivos com a trama principal, pois ir atrás dos bandidos porque "o príncipe mandou" fica meio chato.

Ives- Admin
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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
É verdade! Sr Miagi msm tinha uma academia q ele se apossou e passou a ministrar aulas de Aikido. É legal pq dá toda uma gama de possibilidades pro mestre e pros jogadores tb. Agora q Banderas ja tem potencia de sangue 4 eu acho q eu vou passar a investir em Recursos, pra poder comprar armamentos legais, capangas e uma boate pra usar como refugio alternativo, ja q o SkyWay é cheio de outros vampiros.
Os segundos capítulos dedicados aos personagens q eu farei dirao um pouco da personalidade deles, já q esses historicos iniciais deixam isso de lado.
flws
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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
Foi gravado ainda há pouco o vídeo do bicho de estimação de Lateef.
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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
UHAUHAUHAUHA massa, gato de capoeira, gostei. Já faz tempo que Lateef não dá umas porradas em ninguém, tá bom de tirar a poeira do livro de Lobisomem também.

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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
Esse gato é muito ruim de capoeira! hehehehe
Como eu tou de anão? hehehehe
Esse meu perfil de Jack o lobsomem anão! huahauhauahau
Como eu tou de anão? hehehehe
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Jack- Neófito

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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
AHUEAUHEAUHEAUHEAUHEAUHE
Tá igualzinho!!!!
Tá igualzinho!!!!

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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
HAUHAUHA anão do mal esse aí, passa o site das montagens^^

Ives- Admin
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Re: Lateef, lobisomem brasileiro em Detroit
O site é esse:
http://www.faceinhole.com/br/
Só buscar o personagem ou celebridade onde vc quer sua cara! hehehehe
http://www.faceinhole.com/br/
Só buscar o personagem ou celebridade onde vc quer sua cara! hehehehe

Humberto- Ancião

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